Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts

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 Quarto 1 - Vago

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Helga Hufflepuff
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MensagemAssunto: Quarto 1 - Vago   Seg Dez 02, 2013 12:57 pm

Quarto 1
Simples, com uma cama de casal, um armário, um banheiro privativo e um espelho na parede. O lugar não é confortável, nem muito limpo, mas serve para se passar uma noite ou duas. Assim são todos os quartos do Caldeirão Furado.


Última edição por Aalyah Eirapuã Windsor em Qua Fev 19, 2014 1:53 pm, editado 1 vez(es)
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Charlie Hans MacNeil
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MensagemAssunto: Re: Quarto 1 - Vago   Seg Dez 16, 2013 4:18 pm

Faltavam poucos dias para as aulas em Hogwarts começar, e Charlie surpreenderam-se quando uma coruja chegou à mansão da família com uma carta vindo da mãe do garoto. Charlie pegara a carta e levara até seu quarto escondido da sua tia e dos seus primos. Lá, o menino abriu o pergaminho e logo reconhecera a bela caligrafia que a mãe tinha. A carta pedia para que ele fosse até o Caldeirão Furado, um pequeno bar bruxo que dá acesso ao beco diagonal e que possui pequenos quartos para pessoas se hospedarem. Na carta havia informações de preferência do horário e que ele poderia ir ao quarto da mãe sem pedir uma permissão do proprietário do bar. Ele ficou triste, pois na carta só continha isso, e logo ficou na dúvida se foi realmente sua mãe que mandou ou não. Ela nunca mantinha contato, por que logo agora? Talvez fosse melhor recusar o convite, mas isso despertara certa curiosidade no menino, mas como ele iria sair sem dar sinais a sua tia? Então, ele lembrou que ele não tinha comprado seu material para cursar Hogwarts, e usaria aquilo como desculpa para ir lá dois dias depois do recebimento da carta.

[...]

Os dois dias passaram-se voando para Charlie, e a curiosidade para saber o que era o fez ceder e enviar uma carta confirmando que ia até lá, e como prometido, o garoto agora se via no primeiro andar do bar, diante de uma porta de madeira desgastada que tinha o número 01 esculpido em profundidades tão perfeitas que apenas magia seria possível de realizar aquilo. Charlie torceu para que sua mãe estivesse no quarto àquela hora e cerrou um dos punhos, batendo levemente três vezes na porta. – Blair? – O garoto chamara em um tom não muito alto, porém firme, ele negara-se a chamar ela de mãe por enquanto, sem nem mesmo saber se seria mesmo ela.

OFF: Post atemporal entre Blair e Charlie.
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Blair Hans MacNeil
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MensagemAssunto: Re: Quarto 1 - Vago   Seg Dez 16, 2013 9:46 pm


A coruja que havia enviado para o filho fora respondida dois dias depois com a confirmação de que ele arrumaria um jeito de visita-la. Blair não conseguira dormir a noite por conta da ansiedade que sentia. Sentou-se na cama apoiando as costas na cabeceira. O cansaço aos poucos ia tomando conta da bruxa, e quando deu por si, já estava estava amanhecendo e leves raios de sol entrecortavam o cômodo, revelando uma leve cortina de poeira. Levantou e abriu um pouco mais a cortina da janela para que pudesse ver o dia. O sol havia nascido acabado de nascer e seu filho veio lhe a cabeça. ''Será que ele está bem?'' Ouviu uma batida fraca na porta, e uma voz masculina chamar por seu nome. Como sempre desconfiada, pegou sua varinha em cima da velha cômoda de madeira, e caminhou até a porta. Ao girar a maçaneta, e abrir a mesma lentamente deixado espaço suficiente pra verificar quem era, Blair foi tomada pelo sentimento de alívio ao notar seu filho do outro lado, aguardando ansioso pela recepção da mãe. Tão imediatamente ela o puxou para dentro do quarto dando-lhe um abraço apertado e demorado. - Charlie, querido. - Sussurrou o nome do menino, tentando conter as lágrimas de emoção que acumulavam-se em seus olhos. - Como você está grande!!! - Agora segurava o rosto do menino com suas duas mãos para que pudesse olha-lo bem. A expressão de seu filho estava séria, e Blair se perguntara no que o menino poderia ter se tornado durante esses anos de sua ausência. Talvez, com a influência da tia, tivera ficado parecido com ela. Mas o que Blair mais temia, era que ela o tivesse machucado. - Filho... - Sussurrou sem conseguir tirar os olhos dos dele. Tantas coisas precisava dizer, no entanto, não sabia por onde começar.
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Charlie Hans MacNeil
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MensagemAssunto: Re: Quarto 1 - Vago   Ter Dez 17, 2013 6:24 pm

A porta se abriu lentamente em um pequeno rangido até se tornar uma fresta, e por lá quando alguém reconhecera o menino a frente abriu-a totalmente. Charlie fora puxado para dentro do quarto e tomado em um abraço tão rápido que ele não pode sair do alcance. O abraço era intenso da suposta mãe do menino, e um pouco forte até. O garoto não fez questão de retribuir, apenas ficou parado durante o abraço, imóvel. Tantas perguntas se formavam na cabeça do menino que isso já o deixava um pouco irritado, todas as perguntas sem respostas até então. Quando o abraço foi terminado, a mulher pôs as mãos no rosto do menino e o encarou com os olhos molhados, tentando conter as lágrimas, enquanto a mesma comentava sobre a altura do garoto. – Eu não posso ser criança para sempre... – Sussurrou o garoto em um tom firme por fora, mas tão emocionado por dentro quanto a mulher estava por fora. Depois de quatro longos anos, estava agora Charlie recordando os traços do rosto da mãe, que tinham leves semelhanças com os dele. Os raios de sol que iluminavam o quarto davam um truque de luz no rosto do garoto, o que deixava sua expressão mais fria do que já estava, com um ar pouco fantasmagórico. Com impaciência, Charlie levou suas mãos aos pulsos da mulher e as tirou de seu rosto, ignorando quando ela o chamara de filho. Os olhos do menino cintilavam de alguma emoção que ele não podia distinguir se era amor, raiva, remorso, felicidade ou até mesmo ódio. – Explique-me o motivo de me chamar até seu quarto, e, por favor, seja direta, eu sei que não é por que quer me ver, caso contrário não teria sido ausente sem me dar motivos durante minha infância. – As palavras soaram mais ameaçadoras do que deviam, e quando o mesmo notou isso, ele acrescentou em ênfase irônica. – Mãe. – O garoto não queria ser frio, mas algo estava o obrigando a falar daquela maneira. Tantas noites sem dormirem, tantos atos inadequados para superar a dor de tê-la longe, tudo isso alimentava a arrogância que ele tinha ao vê-la ali em sua frente, como se tudo estivesse às mil maravilhas desde que partira.
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Blair Hans MacNeil
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MensagemAssunto: Re: Quarto 1 - Vago   Ter Dez 17, 2013 7:24 pm


Ele parecia distante. Não era mais o menininho que Blair conhecia e abandonou aos nove anos. Aparentemente Charlie crescera amargurado, e a mulher não o culpava por isso. Que criança aceitaria ser deixada pela própria mãe?! Mas Blair tinha seus motivos, e o chamara ali para que finalmente pudesse se explicar, e tentar tirar aquela péssima impressão que ficara na mente do garoto.
Suas palavras eram carregadas de ironia e desprezo. Era estranho pra bruxa não reconhecer o próprio filho. Encarando-a friamente, Charlie retirou as mãos da mulher de seu rosto afastando-se um pouco. Aquela reação só deixava Blair triste. Agora que estava ali, tão perto de seu filho, só queria manter o mesmo em seus braços, para sempre. Nenhum abraço, por mais longo que fosse supriria os anos de sua ausência, mas prometeu a si mesma, com ele permitindo ou não, nunca mais sair de sua vida. Antes que pudesse falar qualquer coisa, o menino pronunciou-se, e cada palavra dita pelo mesmo era como uma faca de cerra entrando no peito de Blair. Passara por muitas coisas ruins na vida, mas nada comparado com aquele momento. Charlie claramente era o ponto fraco de Blair. -Filho...- Sua voz era um sussurro, então suspirou buscando uma forma de se explicar. -Charlie, eu simplesmente o chamei aqui porque quero dar um basta nessa situação.- A expressão do menino continuava séria, então a mulher prosseguiu. -Sua tia Ágatha é uma pessoa má, e tenho certeza de que nesses anos em que eu estive ausente e não pude esconder tal verdade, você tenha notado.- Apesar de parecer maduro de mais pra sua idade, Blair preferiu não revelar de uma vez toda a história por trás de sua fuga. -Por motivos que você não iria compreender, eu precisei ir embora. Não vou pedir desculpas pelo que fiz, pois sei que foi e é imperdoável. Mas gostaria que entendesse, que jamais, de forma alguma eu quis te abandonar. A coisa mais difícil que fiz na vida foi deixa-lo naquela mansão aos cuidados de Jéss, mas não tive outra escolha.- A lembrança da noite de sua partida invadiu a mente de Blair. Charlie dormia inocentemente em sua cama, sua mãe caminhou até a janela que estava aberta e a fechou, para protege-lo do frio da noite. Sentou-se na cama ao lado do menino adormecido, e com rosto molhado pelas lágrimas de tristeza, deu um ultimo beijo na testa dele. Aquela lembrança desde então torturou a bruxa toda noite durante seu sono.
Esperava que o filho dissesse algo, pois o mesmo continuou calado. Talvez estivesse absorvendo aquela história.
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Charlie Hans MacNeil
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MensagemAssunto: Re: Quarto 1 - Vago   Ter Dez 17, 2013 8:21 pm

Blair parecia sentir as palavras de Charlie, mas o garoto não se importara. Ele queria apenas explicações para tudo isso, o porquê de tudo. O silêncio foi à melhor resposta para quando ela falou que iria esclarecer tudo, então ela prosseguiu. Então, ela falou sobre Ágatha, a tia de Charlie, e em como ela era má. – Eu nunca prestei atenção nela, sinceramente. Eu estava ocupado demais, me lamentando por não ter uma mãe por perto! Isso causou um comportamento que me impediu de ir a Hogwarts com 11 anos, e só agora, quase fazendo 14 que eu posso ir! – O garoto falara de um modo intimidador, com uma grande raiva na voz. – E não fale comigo como se eu fosse uma criança inocente, essa qualidade eu perdi na noite em que eu acordei e procurei a MINHA MÃE em todos os lugares da casa, até saber que estava sozinho nesse mundo! – Dessa vez, o tom foi mais alto e mais agressivo, com uma ênfase em “minha mãe”, para que aquilo impactasse o máximo possível, ele queria que a mulher sofresse o tanto quanto ele sofreu emocionalmente nesses anos. Ela continuou com o discurso, falando sobre incompreensão do menino e como foi difícil para ela abandoná-lo. Charlie escutou aquilo calado, seus pensamentos eram mais rápidos do que nunca fora, e ele tentava entender tudo aquilo com as enormes lacunas da história vazias. Ele queria acima de tudo entender. – Belas escolhas você fez, quer ver os resultados? – Falou o garoto cheio de ironia, tirando em silêncio do bolso um maço de cigarros de marca qualquer, que originalmente havia 20 cigarros dentro, mas agora possuía pouquíssimos, e jogando no chão. Ele novamente levou a mão ao bolso, e retirou dessa vez um isqueiro, jogando por cima do maço. – “Você é uma criança normal”, era o que minha tia falava. – Falou o garoto levando às mãos a barra da camisa, e a tirando lentamente, jogando no chão também em seguida. – Super normal, não é? – Sarcasmo era o tom predominante ali, mas não era da altura que Charlie tinha, pois mesmo já do tamanho da sua mãe, que era um pouco alta, possuía um físico de malhação constante e nele havia tatuagens, que mesmo para um adulto normal e social, era tatuagens demais. Havia tatuagens nos braços, nos dedos, nos ombros e também nas costas, em que o garoto se virou para que a mãe pudesse ver. Ele se abaixou e recolheu tudo o que fora jogado, colocando primeiro a camisa e depois pondo um cigarro na boca, guardando o maço na calça e ascendendo o mesmo com o isqueiro, usando a outra mão para proteger a chama que ascendia livre dos ventos.
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Blair Hans MacNeil
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MensagemAssunto: Re: Quarto 1 - Vago   Qua Dez 25, 2013 12:20 pm


Apesar de parecer estranho, Blair não se importara com o que o filho havia se transformado, pois ao olhar em seus olhos, podia reconhecer o mesmo menino que havia abandonado a alguns anos atrás. Aquelas atitudes eram referentes a falta que o menino sentia da mãe, e não podia culpa-lo por aquilo. Respirou fundo, ainda sentindo a tristeza corroê-la, então, perante seu filho prometeu nunca mais deixa-lo. E comunicou  sua volta para mansão Hans MacNeil. Pouco se importava com o que ele pensaria sobre aquilo, mas estava decidida. Podia não ter o seu perdão, mas o objetivo era reaproximar-se e conquista-lo novamente. Olhou o enorme relógio que pendia num tiquetaquear um tanto irritante na parede de frente pra cama. -Precisamos ir!- Falou friamente, ciente de que Charlie não estava preparado para qualquer tipo de afeto, fosse ele por gestos ou apenas por voz. Pegou a bolsa preta de couro sobre a cômoda velha, e abriu a porta do quarto esperando que ele saísse primeiro. Tendo feito isso, saiu também fechando a porta atrás de si.
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