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 O Bar do Caldeirão Furado

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Nicholas Vernek Devereaux
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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Ter Fev 11, 2014 11:40 am

Encochando A Mulher!
Hora de salvar vidas.



Eu estava olhando fixamente para a porta esperando que ela entrasse por ela, depois de alguns minutos sentado estava começando a desanimar, o que me faz logo olhar para o garçom e logo pedir: -Oi amigo, eu quero uma caipirinha de maracujá, só que no lugar da pinga coloque vodka! O garçom anota e depois de alguns instantes trás para mim minha bebida, começo a bebe-la, devagar sem tirar os olhos da porta, quando meu copo já estava pela metade uma garota ruiva entrava no bar, vestido perto e curto, bota deixando-a mais alta e dando um lado sexy a seu vestuário e ainda um sobre tudo de couro, eu deixei o copo de lado e comecei a andar atrás dela, meus passos eram suaves e imperceptíveis, ela chega no balcão e pede um uísque eu não dou a minima importância para isto, eu a encocho, de maneira suave só sentindo seu corpo no meu, dou um beijo em seu pescoço já para fazer com que ela suspire por mim novamente como antigamente, e uma mordidinha em sua orelha para provoca-la, pois sabia que ela adorava aquilo. Eu sussurro em seu ouvido: -Ola, lembra de mim?! Não me afastei e fiquei encochando-a sem me importar com o que ela iria achar, e se ela iria se incomodar, mau havia reencontrado-a depois de dois anos e cheguei nela como se ainda focemos namorados e estivéssemos a dois dias sem nos ver.  
                    





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Melissa Coraline Constant
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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Ter Fev 11, 2014 12:04 pm

She will be loved...
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I don't mind spending everyday Out on your corner in the pouring rain Look for the girl with the broken smile Ask her if she wants to stay a while And she will be loved

Nem bem o garçom apoiou o copo na mesa, já peguei e dei um longo gole, respirando fundo no final, como para tomar fôlego. Não olhava ao redor, afinal, a presença daquelas pessoas não me importavam. Eu só queria beber o meu uísque, esquecer o passado e ir embora. Estava perdida em meus devaneios, sem perceber nada ao meu redor, quando senti um homem me abraçando. Abaixei a mão já em direção à minha varinha para ensinar àquele idiota que eu não era o que ele estava pensando, quando senti um beijo em meu pescoço. Eu conhecia aquele beijo...depois, veio a mordida na orelha, exatamente como ele costumava fazer...aquele perfume...cenas começaram a surgir na minha cabeça como em um filme, momentos que passamos juntos, lembranças que eu lutava a 2 anos para esquecer. – Nicholas... – Suspirei em meio às carícias dele. Por mais que eu tentara fugir dele durante tanto tempo, eu não conseguia sair dali, era como se eu estivesse presa nos braços dele e qualquer força teria sido em vão. – O que você está fazendo aqui? – Sussurrei ainda com os olhos fechados e a cabeça apoiada no peito dele.
Thanks Tess
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Nicholas Vernek Devereaux
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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Ter Fev 11, 2014 12:25 pm

Saudades!
Hora de salvar vidas.



Eu sentia ela se mover indo em direção ao bolço do sobre tudo, mas então para e ela parecia ser bombardeada por lembranças do nosso passado pois não se movimentava, não se movia, quando de maneira repentina chamou pelo meu nome e suspirando por mim tentava fugir, mas mesmo assim não saia, deixava eu a encochar tranquilamente, ela deixa sua cabeça recostar em meu peito e logo e me fazia um pergunta eu logo disse: -Nunca consegui te esquecer, então estou em busca de te encontrar a dois meses, até que achei um vidente que me revelou onde você estaria! Acariciei seus braços com as minhas mãos ainda acariciando suas costas, minha virilha estava encostado em seu bumbum e eu sussurrei para ela com tom malicioso: -to morrendo de saudades de você, vamos matar essa saudades vamos! Beijei sua nuca e levei minhas mãos até seus ombros e comecei a massagear seus ombros de jeito bem suave só para ela não conseguir a resistir e ceder a mim.                      





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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Qui Fev 13, 2014 11:00 am

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Milhares de recordações voavam pela minha cabeça naquele momento. Tê-lo ali tão próximo me deixara totalmente desestabilizada. Eu nunca tinha conseguido esquecer Nicholas, hora ou outra, sempre acabava lembrando dele e de nossos momentos. Ele sabia como me afetar. A massagem nos ombros, os beijos no pescoço...eram tudo coisas que ele sempre costumava fazer e que sabia que me deixariam com a guarda baixa. Com muito esforço, me virei para ele, encarando aqueles profundos olhos azuis, nos quais eu costumava me perder. - Nich...faz muito tempo...não é tão simples assim... - Abaixei os olhos, lutando contra a vontade enlouquecida que eu estava de pular nos braços dele. - Muita coisa aconteceu...muita coisa mudou...não sou mais aquela garota ingênua que suspirava por você pelos corredores de Hogwarts... - Retirei o meu sobretudo devagar, exibindo agora com mais detalhes o meu vestido extremamente curto e colado ao corpo. Peguei meu copo de uísque e me dirigi até uma mesa no fundo, tendo a certeza de que ele iria me seguir. Precisávamos conversar.
Thanks Tess
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Nicholas Vernek Devereaux
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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Seg Fev 17, 2014 11:33 am

A Conversa
Hora De Reconquista-la.




A linda garota ruiva parecia não querer resistir, mas então ela resiste e olha nos meus olhos e fico olhando nos olhos dela deixando ela ver o brilho do meu olhar em rever a ela, ela abaixa o olhar e parecia estar se contendo para não fazer algo logo ela fala pausadamente que não era tão simples assim, que já havia passado muito tempo, ela falou que muita coisa tinha mudado e que não era mais uma garotinha ingenua que suspirava por mim eu apenas sorrio e digo: -Você mudou fisicamente, mas aposto que seu sentimento por mim ainda continua o mesmo!  E para me provocar ela vai tirando seu sobre tudo devagar, meus olhos não conseguiam sair dela, aquele vestido negro colado no corpo dela me deixava distraído, aquele vestidinho curtinho, curtinho, eu pensei: Meu deus, como esse dois anos deixaram ela ainda mais bonita, que vontade de agarrar ela, não, tenho que me segurar, tenho que reconquistar ela. Ela pegou seu copo e saio andando sem me dizer nada, eu fui atrás dela olhando para seu quadril que me chamava atenção, chegando em uma mesa lá no fundo eu puxei a cadeira para ela se sentar esperei ela se sentar e empurrei para mais perto da mesa, dei um beijo em seu ombro e sussurrei: -Amor volta para mim, não teve um dia que não pensei em você, por favor mel, me perdoa ter ido atrás do meu sonho e te deixado sozinha, por favor volta a ser a minha Melzinha que sempre adoçava o meu dia! Fiquei atrás dela acariciando seu antebraços e seus braços onde eu sabia que ela ia acabar ficando arrepiada, queria dificultar o máximo possível dela me dizer não.                      




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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Ter Fev 18, 2014 4:20 pm

She will be loved...
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I don't mind spending everyday Out on your corner in the pouring rain Look for the girl with the broken smile Ask her if she wants to stay a while And she will be loved

Como eu havia previsto ele me seguiu e, apesar de não ter olhado para trás em nenhum momento, eu sabia exatamente o que ele estava olhando. Sorri discretamente, pensando como os homens eram previsíveis e como não resistiam a uma mulher bonita. Eu sabia que havia um sentimento entre nós, que tivemos uma história intensa e que, como eu, ele também não tinha esquecido, mas tinha que admitir que aquele vestido estava ajudando muito na prostração dele aos meus pés. Deixei que ele puxasse a cadeira para que eu sentasse e me sentei, cruzando as pernas, deixando ainda mais à mostra o que o vestido já mal cobria. Respirei fundo ao ouvir o que ele me dizia e sentir os seus carinhos. Cada vez, estava mais difícil resistir, mas eu não podia dar a ele a impressão de que podia me ter sempre que quisesse independente das circunstâncias.  – Nich, senta, por favor... – Sussurrei, pegando meu copo e bebendo um longo gole para me acalmar. – Nós precisamos conversar...somos adultos agora, as coisas tem que ser ditas... – Olhei nos olhos dele, descruzando a perna e cruzando novamente com a outra. – Teve muitas mulheres nesses dois anos? – Peguei novamente meu copo, levando lentamente aos lábios, o encarando. Ele sabia que não conseguia mentir para mim.
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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Sex Fev 21, 2014 12:39 pm

Difícil!
Hora De Reconquista-la.



O vestidinho dela era tão curto que quando ela se sentou e cruzou as pernas já deixou a vista parte do seu bum bum, suas coxas grossas já apareciam por inteire,  ela como sempre estava muito sexy e provocante, seu jeitinho de difícil só estava fazendo eu querer provocar mais e mais ela até ela ceder, mas ela estava resistindo, e tinha medo de provocar ela demais e ela ir em bora, ´portanto apenas acariciei sua nuca e depois fui ate a cadeira ao lado dela e assim que eu me sente ela descruza as pernas e cruza em seguida, seu vestido curtinho me desconcentrava, mas procurei me manter serio e focado as perguntas dela ela logo me pergunta se eu tive muitas mulheres nos dois anos e eu logo digo em tom suave e calmo e claro digo logo a verdade: -Eu longe de você tentei te encontrar assim que um ano se passou, não queria mais ninguém alem de você, mas algumas vezes que eu estava embriagado, procurei achar você em outras, mas nem uma delas era igual você, por isto que nunca te esqueci, não consegui apagar o seu cheiro da minha memoria, nossos momentos juntos, e nem o suavidade da sua pele! Sorri para ela olhando-a com honestidade e bondade.                   



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Lyra McBride Windsor
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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Qua Maio 07, 2014 9:01 am

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Eu sei que deveria parecer a coisa mais normal do mundo o convite inesperado de minha mãe para um inocente sorvete no Beco Diagonal, mas, vindo de minha mãe, sempre tão séria e fechada, não era. Não pude conter a surpresa ao ser arrastada por Hogwarts e depois aparatada até aquela sorveteria cheia de babados nas janelas. Não sei se foi a aparatação ou o cheiro extremamente doce que figulrava ali, mas meu estômago se contorceu imediatamente e eu tive que sair dali. Sibilei uma desculpa de que precisava de ar e empurrei a portinha em forma de coração me vendo no meio do movimentado Beco que, como disse minha mãe, nunca mudava. Ela estava certa, eu me sentia sufocada em Hogwarts. Desde que Annie se fora, nada era igual. As aulas estavam cada vez mais enfadonhas, eu não dormia direito e circulava por aqueles corredores cada vez mais sozinha. De certa forma, não era tão diferente ali. Centenas de pessoas que eu não conhecia e não me importava em conhecer. Perdida nesses pensamentos, não percebi que comecei a caminhar pelas ruas de pedra, observando a movimentação e os diferentes tipos de pessoas que circulavam por ali. Passei em frente de algumas lojas conhecidas em que eu viera no ano anterior e senti novamente aquele desconforto no peito. Annie... Comecei a andar mais e mais rápido em uma tentativa, talvez, de deixar meus pensamentos para trás, quando me dei conta de que não sabia mais onde estava. Virei tantas esquinas e passei por tanta gente que não me lembrava mais o caminho de volta. Era só isso que me faltava! Como era o nome daquela sorveteria mesmo? Eu não prestara atenção. Continuei andando um pouco mais devagar, tentando achar algum ponto conhecido, alguma referência, quando me vi diante do Caldeirão Furado. Minha mãe sempre me dissera para não entrar ali, era um lugar mal frequentado e potencialmente perigoso para alguém que não sabia nem empunhar uma varinha corretamente, mas, como ela mesma dizia, eu tinha um talento especial para me envolver em confusões. Adentrei o local estranho, observando alguns olhares se virarem para mim e respirei fundo, cruzando meus braços e indo até o balcão. Um velho mal-encarado me olhou impaciente, esperando que eu pedisse algo. - Oi... - Comecei um pouco vacilante. - Eu meio que me perdi...o senhor sabe se tem alguma sorveteria aqui por perto?


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Timor Bill Steffens
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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Qua Maio 07, 2014 9:17 am

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O ser superior é persistente no melhor caminho e não só persistente.

Meus passos eram irônicos, largos e de um verdadeiro guerreiro. Enquanto caminhava para o caldeirão furado, deixei-me perceber como o meu corpo reagia a cada passada rápida e larga, como o meu coração batia segundos mais rápidos e como o vento batia no meu rosto. Uma fina poeira de chuva atinge o meu rosto, como eu havia previsto minutos antes na compra de minha varinha. Observei algumas pessoas correndo para não se molharem, outras avisando seus filhos sobre a chuva, alguns outros nem ligando para o tempo que os cercava. É incrível como uma coisa tão simples pode continuar tão insignificante nos olhos de quem é comum. Essa era a parte que eu mais gostava da chuva, quando ela anunciava silenciosamente sua chegada com uma nuvem invisível de gotículas minusculas e geladas. Andei mais devagar para que a sensação durasse mais, porém eu já estava a alguns passos do caldeirão furado e não queria ficar ali fora para ver o que ia acontecer quando a chuva chegasse. "Preciso de uma capa de chuva impermeável" - Pensei.

O Bar do caldeirão furado era um dos meus locais favoritos por um simples motivo: ninguém nota você. Ninguém está pateticamente preocupado se você é menor de idade, se você vai matar alguém - ou se já matou-, se é ministro da magia ou presidente dos estados unidos trouxa. Você não é ninguém, ali você é um lixo para os outros. Observei o ambiente sujo para escolher um local para tomar uma bebida quente antes de voltar para o orfanato, na verdade antes que eu decidisse colocar fogo nele. Encostei-me na parede ao lado da porta e fui direcionando meus olhos à lugares diversos, o balcão com homens que não pareciam apenas bruxos e eram bem mal encarados, as mesas altas de canto que estavam vazias e eu sentia como o lugar perfeito para ser morto por qualquer um daqueles ali, as escadas e algumas paredes ocupadas da mesma maneira que monopolizei a que estava em minhas costas talvez pelo menos motivo e as mesas, algumas enormes para quase dez pessoas ocupadas muito provavelmente por quem nunca se falou na vida e outras menores ocupadas desordenadamente. "Sem dúvida vou gostar de vir aqui." Era o tipo de ambiente que pessoas irritantes boazinhas evitavam, logo notei que era o tipo certo de ambiente para mim.

Quando finalmente decidi pedir alguma coisa e sentar-me na cadeira alta do canto provavelmente mortal, dei alguns passos para a frente e notei uma menina tão jovem quanto eu, e incrivelmente irresistível, caminhar até o balcão com os olhos de todos os seres bruxos desgostosos daquele ambiente nela. Eu sabia o que eles estavam pensando, era como se atirassem um veado recém morto em uma cova de leões famintos, e eu não me importava com ela, então ela começou a falar e eu percebi que o Tom, rapaz que trabalhava ali e seu nome era muitas vezes gritado no ambiente, ficou interessadíssimo no que ela disse e meus passos infelizmente tiveram de mudar de rumo e seguir até onde a menina estava.
- Ela está pedindo duas cervejas amanteigadas, seu verme imprestável. - Me dirigi ao Tom, com um ar de superioridade que eu não me esforçava para conseguir.

Eu não sei porque fiz isso, mas eu estava irritado com a inocência daquela menina, naquele lugar, e.. sorvetes? "Está brincando, não é mesmo?" Peguei as duas cervejas amanteigadas em silêncio e caminhei atrás dela, subitamente os olhares cessaram e nos sentamos na cadeira alta. Tomei um gole de minha cerveja sem olhar para a menina ou perguntar coisa alguma, eu nem sabia se ela gostava daquela bebida ou o seu nome. Suspirei um pouco irritado com a situação, mas demonstrando calma.
- As pessoas... Os homens... Aqui tem quartos lá em cima.  - Eu esperava sinceramente não ter que explicar essa sentença à ela, já que não parecia tão bobinha assim.


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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Qua Maio 07, 2014 9:40 am

I'm just an ordinary girl


Certo, eu tinha escolhido um péssimo lugar para pedir informações, isso estava claro. Parecia que todo mundo havia resolvido prender os olhos em mim ao mesmo tempo e, reparando com mais atenção, só havia homens ali. "Droga..." Subitamente, minhas pernas começaram a tremer um pouco quando o atendente se reclinou sobre o balcão me olhando em todas as partes possíveis, menos no meu rosto e eu dei um passo vacilante para trás, tentando calcular se conseguiria chegar até a porta e sair dali viva. - Pensando bem, acho que eu vi uma...obrigada... - Engoli em seco ao ouvir um barulho de passos vindo em minha direção, fazendo meu coração palpitar enlouquecidamente e já ia começar a gritar, quando vi um garoto se colocar na minha frente e pedir duas cervejas amanteigadas. "Hein?" Ele parecia ter mais ou menos a minha idade e pareceu perceber a situação, pegando as canecas e me acompanhando até uma cadeira mais ao canto. Não sei porque não sai correndo dali na primeira oportunidade, talvez porque eu queria agradecê-lo. Pelo jeito que o homem do balcão me olhava, não sei bem o que teria acontecido se ele não tivesse aparecido. - Obrigada... - Era tudo que eu conseguia dizer depois de ouvi-lo e entender exatamente. Peguei a caneca à minha frente, bebendo mais da metade de uma vez só e a apoiando sobre a mesa, retomando o fôlego. O garoto não me olhava, mantinha a atenção fixa em sua caneca e eu não sabia bem se deveria falar algo. A boa etiqueta mandava que sim. Eu deveria me apresentar, certo? Naquele lugar e naquela situação, eu não sabia mais. - Eu sou Lyra. - Falei baixo, pegando minha caneca e dando mais um longo gole. Não era tão gostosa quanto a do Três Vassouras, mas aquela cerveja estava servindo para me acalmar.


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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Qua Maio 07, 2014 9:50 am

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O ser superior é persistente no melhor caminho e não só persistente.

Escutava o trepidar da lareira um pouco mais forte do que de costume, já notando a indiscutível presença de algum cinzal por perto. A chuva que tinha ameaçado começar apenas gotejou e parou, tornando um pouco mais agradável a sensação de degustar uma bebida fria com um tempo propenso à ela. Dois dedos ainda restavam da cerveja amanteigada e eu já estava disposto a largar a bebida daquele jeito e ir embora, já que até o momento eu não consegui olhar para a garota que sentara minutos antes à minha frente, talvez de contra gosto. Estava com um notável mal humor e comecei a girar uma moeda de cinco sicles em cima da mesa, na esperança de que aquela atitude me proporcionasse algum entretenimento melhor do que simplesmente ficar de fronte à uma menina semi-salva de um ou mais estupros naquele local. Às vezes eu gosto de ser o tipo de pessoa que desconfia de todos ao meu redor, meus instintos apontavam sem cessar para esta menina me avisando algo que eu estava ignorando à um tempo: perigo.

Com certeza eu deveria me dedicar mais ao treino de técnicas legilimentes em Hogwarts, talvez me lembrasse disso mais tarde. O cinzal, que eu já sabia que era existente, rastejou enquanto eu o observava e colocou alguns ovos ao lado do pé de uma cadeira. Ninguém mais pareceu ter notado e eu ouvi ela dizer o seu nome. Esperei pacientemente ela se convencer que eu não iria falar nada, e não era hora de explicar minha falta de gosto por palavras. Levantei-me sem me afastar da mesa que estávamos e apontei para os ovos de cinzal que já queimavam o local que estavam sobrepujados e sussurrei um feitiço para congelá-los, assim como fazíamos no orfanato. Olhei para a menina e notei que já tinha parcialmente terminado seu cerveja amanteigada.
- Eu te levo para a sorveteria e só isso. Certo? Meu nome é Timor. - A última parte foi minha consciência exigindo-me para ser gentil com a senhorita.

Tentei não soar como uma pessoa grossa, não sei se consegui mas fiquei satisfeito com o resultado. Deu meu último gole na bebida e me levantei, ficando ao lado dela na espera que pareceu infindável. Balancei a varinha na direção dos ovos de cinzal e por meio do feitiço accio eu peguei e guardei um dos ovos do animal em meu bolso. "Será que ela quer ficar aqui dentro pra sempre?" - Estava em devaneio enquanto observava a menina descendo pomposamente da cadeira.


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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Qua Maio 07, 2014 10:11 am

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Estava claro que o garoto não queria conversa e parecia até se irritar com a minha companhia. "Também, nem me importo", pensei, bebendo mais da caneca e a apoiando sobre a mesa, decidindo não continuar. Eu tinha sido educada, se ele não era, não podia fazer nada. Não disse mais nada, desviando os olhos pelo lugar e sentindo um súbito arrepio percorrer meu corpo ao pensar no que teria acontecido. Apesar de mal-humorado, o garoto havia me salvado e eu seria grata. Observei ele terminar sua bebida e, pela primeira vez em vários minutos sentados na mesma mesa, dizer algo direcionado a mim. - Obrigada. - Sorri, não me deixando intimidar pelo seu olhar frio e, aparentemente, indiferente. Eu queria mesmo ir embora daquele lugar horrível e ainda tinha que inventar uma boa desculpa para explicar o meu sumiço à minha mãe. Claro que eu não poderia contar a verdade, ela enlouqueceria! Por um instante, encarei o garoto, me perguntando o que ele estaria fazendo ali. Não parecia um lugar propenso a adolescentes, mas, graças a Merlim que ele estava ali. Ele se levantou, parando ao meu lado e parecendo impaciente. Desci devagar da cadeira que era um pouco alta para a minha estatura, algo sobre não fazer movimentos bruscos em um ambiente hostil e tentar passar desapercebida, algo um pouco difícil naquela situação. Parei em frente a ele, apertando os braços contra o corpo e respirei fundo, começando a andar em direção a saída, me certificando que meu "protetor" estava por perto.


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MensagemAssunto: Re: O Bar do Caldeirão Furado   Qua Maio 07, 2014 12:02 pm

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Tudo naquele lugar pareceu desconfortável apenas pela singela presença de Lyra no local, quando ela finalmente andou eu pude respirar de maneira completamente discreta, sem fazer o meu peito inflar e desinflar como uma sanfona tocando algum ritmo rápido e descompassado. Sutilmente levei minha mão para as costas de Lyra enquanto jogava três galeões no balcão como pagamento pelas cervejas e caminhava ao seu lado, me certificando que todos tinham entendido que ela estava comigo.

Apesar de aparentemente ninguém ter gostado de minha atitude, não sei porque todos respeitaram bem e o ranger do assoalho do local até já me incomodava mais do que os olhares de dois ou três gatos pingados que restaram para dar audiência ao meu cavalheirismo. E olha que eu, na realidade, nem ligava para o fato de ela ter sido ou não assediada ou morta, simplesmente agi sem pensar.

Os cabelos dourados jogados ao ombro eram como o desperdício de um modelo vivo ao posar para um iniciante nas belas artes, o desenho nunca irá refletir a verdadeira beleza do que o pintor viu. Ninguém naquele local era digno de olhar a beldade que havia entrado ali acidentalmente, e o fato mais óbvio disso que estou dizendo: eu estou incluído nessa lista.

O sino tocou mais uma porção de vezes antes de sairmos dali, apertando mais o passo caso o tempo resolvesse se rebelar novamente. Saímos eu e a Lyra do Bar.

OFF: Para quem não gosta de ler os posts alheios: já saímos do local.

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